
CRÍTICAS
As adaptações cinematográficas das obras de Stephen King parecem sempre possuir uma atmosfera similar, principalmente os realizados nos anos 80 e no início dos anos 90. Embora desenvolvidos por profissionais diferentes, nota-se sempre o estilo do autor em utilizar personagens reais, cidades pacatas, a forma de dar ao sobrenatural um tom crível e conseguir entreter facilmente. "Desperation", recente adaptação cinematográfica de um romance de mesmo nome, consegue novamente trazer as marcas do escritor - não é preciso muito tempo para percebermos que estamos no ambiente de King, o que já garante uma conferida.
A atriz americana Ashley Judd, que está em visita à Índia para colaborar com o trabalho de ajuda às mulheres e na prevenção da Aids pela organização Population Services International, afirmou que, desde criança, sempre foi "sensível à pobreza".
Em entrevista ao jornal "The Hindu", Judd, preferiu falar de seu trabalho social e deixou a carreira em segundo plano. Ela afirmou que desde os tempos de universitária está envolvida em trabalhos humanitários. "Embora minha carreira como atriz seja muito gratificante, ela foi um meio para conseguir outro fim", diz.
A atriz é, desde 2002, embaixadora mundial da campanha "Youth Aids", uma iniciativa da Population Services International para prevenir a doença, que na Índia afeta mais de 5 milhões de pessoas.
A atriz descreveu sua experiência em bordéis dos bairros de Kamathipura e Dharavi, em Mumbai, onde conversou com várias mulheres vítimas do tráfico e da prostituição forçada.
Judd arrecadou US$ 25 mil em uma festa beneficente em Nova Déli para estabelecer um centro de diagnóstico de Aids em zonas de alto risco. A atriz, segundo o jornal, está procurando assistência legal para uma menina que nasceu em um bordel e foi vendida a um homem de 60 anos, estando sob custódia do governo desde que a sua mãe tentou resgatá-la.
Comentando a proposta de legalizar a prostituição para resolver os problemas, a atriz respondeu que "a atitude em relação às mulheres e às meninas é que deve mudar".


A refilmagem de Fuga de Nova York, a cultuada produção de 1981 dirigida por John Carpenter, foi anunciado nos últimos dias. O projeto da Original Films de Neal Moritz (Velozes e Furiosos 3, I Am Legend) será financiado pela New Line Cinema. Gerard Butler, o Rei Leônidas de 300, viverá Snake Plissken. Tudo já em seu lugar - mas ninguém perguntou a Carpenter o que ele está achando dessa história de remake. Curiosamente, quando perguntado pelo site Suicide Girls sobre o filme, Carpenter disse que não se trata, essencialmente, de um remake. "Pelo que eu sei boa parte do filme é sobre Plissken antes de ele chegar a Nova York", disse o cineasta, que será creditado como produtor-executivo do filme. Perguntado sobre seu envolvimento, Carpenter respondeu: "Eu leio o roteiro e me asseguro de que seja o mesmo personagem que eu criei. Meu outro envolvimento é esticar a mão e receber meu cheque". Outro pouco consultado é Kurt Russell. Em entrevista à Entertainment Weekly, o ator que viveu Plissken soltou os cachorros. "Vou te dizer, quando eu soube quem iria interpretar Snake Plissken, minha reação inicial foi 'aahh, não...'. Eu acho que a quintessência do personagem era uma coisa - o fato de ele ser estadunidense", disse Russell. Butler é escocês. "As pessoas chegam pra mim e dizem 'você interpretou Snake Plissken'. Eu respondo que não o interpretei, eu o criei!." Quando a revista pergunta se Russell toparia fazer uma ponta no filme, ouviu o que queria: "F**-se! Eu sou Snake Plissken! É como o Sean Connery assistindo às outras pessoas fazendo suas versões de Bond". Russell viveu o personagem em dois filmes, o original e Fuga de Los Angeles (1996). O universo das histórias do anti-herói ocorre em um futuro pós-apocalíptico. Nova York virou uma prisão de segurança máxima. Quando o avião em que viaja o presidente dos EUA sofre um atentado, obrigando-o a saltar bem no meio da cidade, a única esperança de salvá-lo é colocar em ação o ex-combatente de guerra Snake Plissken, aprisionado no local. Em troca de sua liberdade, Snake correrá contra o relógio para salvar a vida do presidente.

O problema é que Carrey deveria ter esperado um cineasta mais talentoso para fazer seu debute sinistro. Foi reunir-se justamente com Joel Schumacher (Por um fio), com que já havia colaborado no infame Batman Eternamente...
Escrito pelo novato Fernley Phillips, o roteiro oferece uma sucessão de peças difíceis de engolir para um quebra-cabeças pretensioso e esquizofrênico. Se serve de consolo, pelo menos desta vez não há nenhum "Bat-Cartão de Crédito".
Lamentavelmente, a premissa é interessante e prometia um bom filme. Nela Carrey vive um homem obcecado com a idéia de que toda a sua vida está detalhada num livro que ele está lendo, presente de sua esposa (Virginia Madsen). Pra piorar, o romance acaba em tragédia, com um assassinato - e o tal número 23 do título é peça chave dessa história toda.
O problema é justamente a obsessão pelo "23". Não a do personagem, mas a do roteirista. Paranóides e conspiracionistas de plantão acreditam que o número tem importância no "grande esquema cósmico das coisas" e que está presente em eventos significativos da humanidade e até mesmo na nossa morfologia. É um excelente material de partida arruinado, já que Phillips tenta encontrá-lo em absolutamente cada detalhe de seu roteiro, nem que para isso tenha que fazer continhas imbecis e forçar resultados. Daí a esquecer de cuidar da estrutura do texto, da coerência narrativa, de orientá-lo e se perder entre elucubrações esotéricas dispensáveis (tem um cachorro assombrado no filme que nem vale a pena discutir...) é um pulo.
E veja só você... a frase "ESTE SUSPENSE É MUITO TOSCO" tem 23 letras (achou a piada forçada? Então espere só pra ver do que O Número 23 é capaz).


Bruce Lee inspirou muita gente. Fãs de seus filmes deslumbravam-se com seu esplendor físico, praticantes de artes marciais espantavam-se com sua profunda compreensão das artes de combate, enquanto outros encontravam orientação em sua filosofia, que mesclava os aspectos físicos e espirituais da arte marcial com um modo de vida.
Para Bruce Lee, a filosofia não era um parque de diversão de acadêmicos, mas a passagem para a maior aventura do espírito humano. Para ele, a filosofia iluminava a fronteira das possibilidades humanas e eliminava as sombras da dúvida e da insegurança.
Aforismos é um livro para o espírito livre, que escolhe viver de acordo com o poder da própria mente em vez de depender dos ditames de credos ou instituições para tomar decisões sobre a vida e sobre como vivê-la. Consistindo de oito partes, 72 tópicos e 825 aforismos, Aforismos dirige-se aos que têm procurado a verdade, mas não a encontraram em dogmas ou lugares-comuns. Nas páginas de Aforismos você perceberá que Bruce Lee não preparou um banquete de respostas fáceis, mas delineou uma forma de você construir o próprio caminho.

O produtor da série Velozes e Furiosos, Neal H. Moritz, adquiriu os direitos, que estavam com a Miramax, e rapidamente os negociou com a Columbia Pictures. A produção fica a cargo de Ori Marmur, que trabalha com Moritz na Original Films.
O filme se baseia no personagem criado por Fran Striker e George Trendle para uma série de novelas de rádio em 1936. Mais tarde, o herói - um milionário que combatia o crime - ganhou histórias em quadrinhos, bonecos, dois longas-metragens (1940 e 1941) e, trinta anos depois, a telessérie, na qual Kato, o ajudante do Besouro Verde (Van Williams), era vivido por ninguém menos que Bruce Lee!

Mundo Cão (Ghost World) e Do Inferno (From Hell), foram duas boas surpresas de 2001. Adaptadas dos quadrinhos para as telas, as duas produções mostraram aos cinéfilos que nem só de capas e superpoderes vivem as HQs. Entretanto, enquanto Mundo Cão teve a participação maciça de seu criador, Dan Clowes, Do Inferno não teve a mesma sorte. Alan Moore e Eddie Campbell só assistiram ao filme quando ele estava pronto. Apesar das discrepâncias gritantes entre a obra impressa e a filmada, a produção tem seus méritos. Enquanto a graphic novel de Moore e Campbell (leia resenha aqui) é grandiosa e absolutamente profunda e meticulosa, a adaptação escrita por Terry Hayes e Rafael Yglesias obviamente tem ambições muito menores. Nos quadrinhos, Jack, o Estripador é "dissecado" pelos criadores. Sua identidade é revelada logo no início da história, tornando-a não uma "caça às bruxas", e sim, um exercício de interpretação histórica sobre o final do século XIX. No filme, o foco é distorcido, tornando o personagem principal o Inspetor Fred Abberline (Johnny Depp). Desta forma, não se conhece a identidade do estripador e o filme torna-se um thriller de suspense. "Foi-se a sutileza", comentou Jotapê Martins, cozinheiro do Omelete e editor da versão nacional da HQ. Entretanto, a adulteração da obra não incomoda nem um pouco o escritor Alan Moore, cuja participação no filme se resumiu a uma breve conversa com os diretores. A essência desse bate-papo pode ser definida na seguinte frase do criador de Watchmen: Eu fiz a minha parte. Agora, vocês vão lá e façam o filme que vocês quiserem. Moore não acredita em adaptações literais de uma mídia para outra. Com os quadrinhos, você pode passar todo o tempo que quiser absorvendo os detalhes, notando coisinhas que nós plantamos ali. Você também pode voltar as páginas para estabelecer uma relação entre uma imagem e uma linha de diálogo de algumas páginas atrás. Mas em um filme, pela natureza da mídia, você é arrastado através dele à 24 quadros por segundo, afirma o criador de Do Inferno. Mudanças à parte, os Irmãos Hughes fizeram um ótimo trabalho na direção. A fotografia, dirigida por Peter Deming (Estrada Perdida), é excepcional e utiliza atordoantes efeitos para mostrar a passagem do tempo e flashbacks. Outro ponto positivo é o perfeito trabalho de reconstituição de época. O ilustrador Eddie Campbell ficou impressionado com a forma que o desenhista de produção Martin Childs (vencedor do Oscar por Shakespeare Apaixonado), conseguiu recriar o bairro de Whitechapel (cenário dos crimes do Estripador). A história From Hell (título original) é um filme sobre pessoas que levam uma vida dura, vivem “no inferno”, e tentam sobreviver às mais duras circunstâncias. Atormentado por lembranças insuportáveis, Abberline, que perdeu mulher e filho, sempre busca refúgio no ópio. Depois de cinco anos de trabalho em Whitechapel, ele é designado a liderar as investigações sobre o criminoso conhecido como O Estripador, sempre ao lado do Sargento Godley (Robbie Coltrane) que, apesar de ficar intrigado pelos métodos não ortodoxos e clarividentes de Abberline, o ajuda sem questionamentos. Mas, embora as buscas sejam incessantes, o misterioso serial killer continua a cometer seus crimes bizarros, obedecendo quase a um ritual.

Os Irmãos Hughes, diretores, com
Johnny Depp e Heather Graham
Mary Kelly (Heather Graham), Kate Eddowes (Lesley Sharp), Liz Stride (Susan Lynch), Dark Annie Chapman (Katrin Cartlidge) e Polly (Annabelle Apsion) são algumas dessas pessoas. Prostitutas, vivem numa sociedade que as trata com desprezo. A única pessoa que lhes dá uma certa proteção e atenção é o Inspetor Abberline que é, também, uma pessoa amargurada.
Jack, O Estripador nunca foi descoberto. O mistério de sua identidade, seus crimes hediondos cometidos em lugares públicos e sua habilidade em esconder-se pela noite continuam intrigando o mundo, mesmo mais de um século depois. Do Inferno não é o primeiro e não será o último filme a transportar sua história para as telonas, mas certamente, está entre os melhores do gênero.

Em entrevista ao SuicideGirls, Carradine falou como quem observa de longe a evolução do projeto. "Sei que há conversas na Warner no sentido de fazer o filme de Kung Fu, recontando a história do episódio-piloto com um ator jovem. Teria mesmo que ser um jovem porque ele [o personagem] está estudando no monastério. Ele começa como criança e adolescente", comentou o ator.
Em Kung Fu, Carradine vivia Kwai Chang Caine, um monge shaolin que, anos depois da sua instrução nas artes marciais, foge da China para o Velho Oeste estadunidense, onde ajuda pessoas em necessidade contra seus opressores.
A co-produção é do criador do programa da década de 1970, Ed Spielman. O próprio Spielman escreveu o roteiro ao lado de Howard Friedlander, também escritor da série original. Cory Goodman foi contratado para revisar o script. A produção começa ainda este ano, para ser lançada em 2008

James Bond foi marcado para morrer e precisará de seus instintos mais letais aliados a seu charme irresistível para sobreviver a esta ação ininterrupta! Roger Moore assume o papel do agente 007 e participa de um jogo mortal de gato-e-rato com o assassino Francisco Scaramanga (Christopher Lee). Com uma fantástica perseguição automobilística por Bangcoc e com o eletrizante momento em que Bond enfrenta toda uma equipe perita em artes marciais, 007 contra o Homem com a Pistola de Ouro é mais um filme imperdível do charmoso agente.

Em sua página no MySpace, o músico e cineasta Rob Zombie (A casa dos 1000 corpos, Rejeitados pelo diabo) revelou mais imagens de Halloween, misto de prelúdio e refilmagem do terror de 1978 que ele está dirigindo. Na história, que reconta a origem do maníaco Michael Meyers, ele é preso em um hospital psiquiátrico ainda criança. 17 anos depois, acaba solto por engano - e decide ir atrás de Laurie Strode (Scout Taylor-Compton), enquanto ela serve de babá de crianças, e da sua antiga vizinhança. Malcolm McDowell (Em boa companhia, De corpo e alma) vive Dr. Loomis, psiquiatra de Myers. Daeg Faerch vive o maníaco enquanto criança. Tyler Mane, que já trabalhou com o diretor em Rejeitados pelo diabo e é mais conhecido como o Dentes-de-Sabre de X-Men, será Myers adulto. O elenco de coadjuvantes inclui Danny Trejo, Brad Dourif, Pat Skipper, Dee Wallace-Stone, Lew Temple, William Forsythe, Sheri Moon Zombie, Ken Foree e Heather Bowen, entre outros. A Miramax Films financia o projeto ao lado da Dimension Films. A estréia é prevista para 31 de agosto de 2007.
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